Quinta, 08 de Julho de 2010 - 22h29min
EXPEDIÇÃO PAIANANI
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Meu amigo Antonio Braga, de Oaxaca-México, que já rodou mundo afora de moto, agora está inventando algo diferente.
Sua próxima viagem será pela América do Sul, numa nova rota, compreendendo as tres Guyanas(Guyana, Suriname e Guyana Francesa), entrando no Brasil pelo Amapa (Oiapoque).
Dessa vez, ao invés de moto, viajará num Tuk-Tuk, como é conhecido na América Central esse carrinho de fabricação indiana, marca BAJAJ, um misto de moto e carro comumente utilizado como taxi. O pequeno veículo tem 175 cc, refrigerado a ar e faz 25/30 kms/litro.
Boa viagem amigo e estaremos te esperando aqui em Floripa !
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Terça, 06 de Julho de 2010 - 18h05min
TROFÉU DE VIAGEM
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Desconheço se com os demais ocorre da mesma forma, porém conosco é assim: Consideramos cada viagem de férias, normalmente longa, como uma espécie de troféu, às vezes conseguido com esforço e sacrifício.
Tanto é verdade que julgamos ser o assunto tão importante aos demais quanto para nós, quando não é verdade, afinal, somente quem experimenta isso entende e valoriza esse tipo de conquista. Aliás, conquista que ninguém jamais nos tirará !
Como explicar ? Tem que fazer !
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Quinta, 01 de Julho de 2010 - 15h46min
MAIS UM MOTOCICLISTA ESCRITOR
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Dia 19 de Agosto próximo será lançado em Blumenau-SC o livro do companheiro Sérgio Pires, o qual relata viagem dele e alguns companheiros até Ushuaia.
Vejam maiores informações no link específico deste Site:
www.ciceropaes.com.br/livro_sergiopires.html
Pretendemos prestigiar o lançamento.
Parabéns Sérgio......Sucesso !
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Terça, 29 de Junho de 2010 - 12h35min
UM BELO TEXTO !
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Vez por outra circula na Internet textos interessantes ou curiosos sobre motociclismo. Esse, reproduzido abaixo, considero especial: Primeiro por valorizar o(a) "garupa", esse (a) herói(na) e, segundo, porque seu autor (José Otávio de Macedo, conhecido como Gugu - na foto) é uma pessoa do meu círculo de amizades.
Confiram !
O porque das minhas viagens de motocicleta
Muitas vezes sou questionado por amigos não motociclistas o porquê de viajar de moto, e não de carro. Não é fácil explicar o porquê de se empreender viagens de motocicleta. Como explicar que as razões se encontram encravadas no meu íntimo? Como explicar o prazer, o desafio o sabor de conquista, as sensações que sentimos? Por mais que eu me esforce e tente explicar, não encontro as palavras e os motivos de me aventurar pelo mundo nesse maravilhoso veículo de duas rodas.
Os mesmos tipos de desafios passei quando velejava na classe Laser, um pequeno veleiro para um único velejador. Quanto frio... as mãos calejadas, esforço físico demasiado, o corpo queimado do sol, sede, uma batalha em cada competição que participava. Esforço solitário no cockpit, ventos fortes, ventos fracos e o veleiro sempre avançando no meio do nada.
Viajar de moto não é barato, seguro nem confortável. Porque então?
Não estamos protegidos das intempéries, das pedras, dos pássaros, não temos som, não temos ar condicionado, nossa bagagem vai em bolsas, amassa tudo, molha, é difícil de encontrar os objetos, de carregar e amarrar diariamente a bagagem. Porque então viajar de moto?
E a mulher, a namorada, a chamada “garupa”? Já pensou se ela não preferiria estar ao seu lado, tirando pequenos cochilos, ao invés de estar agarrada, balançando, na expectativa de uma parada para ir ao wc? O motociclista estradeiro que encontrou a mulher-garupa deve agradecer aos céus.
Com a experiência de 50 anos de motociclismo digo aos amigos: - É mais fácil comprar uma bela moto estradeira de 1.000 cc do que encontrar a “garupa ideal”...
De uns anos para cá, com mais idade e experiência deixei a batalha na busca dos horizontes no mar e me dediquei totalmente ao motociclismo, muito menos cansativo, mas com maior risco fisicamente. Em nossa vida, vamos vencendo os desafios e colecionando sucessos. No motociclismo me sinto assim a cada partida para uma nova aventura. Quando chego a minha casa e entro com a motocicleta na garagem, sinto-me como os aventureiros que atravessam oceanos ou escalam paredões rochosos – um vencedor, com apenas algumas desventuras, como sempre, facilmente contornáveis, me convenço de que moto é um sonho no qual você viaja.
Depois de um longo trajeto, escapando de buracos, acidentes, besouros, cabras e tantas coisas mais, como frio, mão dormente, dor na bunda, caminhões irresponsáveis, vento, chuva e chegamos finalmente a um hotel ou pousada, NUNCA será como a casa ou a cama da gente. Todos os dias em todas minhas prazerosas viagens senti saudades de minha casa.
Viajar de moto é paixão, é curiosidade incontrolável de ver ou rever estradas e paisagens, de sentir liberdade, a sensação de risco, se sentir no mesmo dia frio, calor, medo, saudade. Quem ainda não entende esse espírito aventureiro, questiona os amigos motociclistas sobre o motivo de suas longas e difíceis viagens ou travessias. Para mim que conheço os desafios, o charme, e as dificuldades, viajar de moto é uma questão de apenas viver a vida sobre esse veículo transmissor de emoções.
Esses são os meus motivos.
Autor: “Gugu” - 67 anos, motociclista há 51 anos. Administrador de Empresas e empresário da construção civil - E-mail: otavio@globalplayer.com.br
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Sexta, 25 de Junho de 2010 - 12h55min
COMPETIÇÕES
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No que se refere ao motociclismo, sou avesso a coisas mensuráveis, pois considero que não combinam com um hobby, cuja importância ou beleza quase sempre são aspectos subjetivos e pessoais que, à primeira vista, podem parecer irrelevantes.
Gosto mesmo é de estar sobre a moto, ir traçando meu próprio caminho, sem grandes preocupações, exceto naquilo minimamente indispensável.
Quando posso, sigo por um caminho e retorno por outro, se um trajeto não dá certo, utilizo outro sem grandes preocupações, tento evitar repetições, controles detalhados e muita programação, apesar de me considerar razoavelmente organizado, seguindo adiante.
Determinadas competições, também não fazem meu estilo, afinal, se resolvesse seguir seus regulamentos, tenho certeza que já fiz algumas, mas, é daí ? Se for para nos sentirmos importantes ou admirados, que o façamos por meios mais nobres, preferentemente, coletivos !
Bom mesmo é “rodar sobre 2 rodas” !
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